quarta-feira, 15 de junho de 2016
Perguntas que não têm uma resposta única e fechada
Experimentar e testar, vem sendo uma prática corrente nos novos criadores. Levam a novas práticas, mas também a novas soluções.
Experimentar e testar processos, novas formas de produzir, novas experiências no comportamento dos materiais.
A exploração do processo, como prática e representação final no produto, estão a democratizar o processo, o saber fazer. Será desta nova prática que nascem os designer-makers. Não basta desenhar, têm que experimentar, testar e revolucionar a matéria. A matéria e a sua transformação começam a ser a estrela do processo, mais do que o resultado, mais do que a forma, mais do que a funcionalidade.
Onde ficam os nossos Mestres neste diálogo, entre aprendizes/testers e matéria. Terão um papel suficientemente imprescindível, para serem incluídos neste processo? Será que um designer, não teria ou retiraria da aprendizagem contínua, mais do que um processo e transformação estética de uma matéria, mas conseguiria passar de algo, tantas vezes apenas conceptual, para um objecto real e comercialmente atrativo?
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